terça-feira, 31 de março de 2015

Doze (um)

(para meu noivo, Leandro Mattos)

Lembrando dos caminhos
E das encruzilhadas da vida
Aprendemos as lições do que foi vivido
Nos muitos tropeços e vôos
Diferentes eram nossos sonhos
Renascimentos cotidianos, necessários
Olhar e ver, crescer constante, diário

Encontro ansiado e cultivado
Utopia de amor concretizada

Ter a consciência dos nossos limites
Erros e acertos, qualidades e defeitos

Alicerce e alento alcançados
Multiplicidade de cores, luz
O amor semeado que cresce florido, reluz


(Flavia Alves)





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