quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Caneta


Quantos versos escrevo eu
...com a caneta que sua seria
Divago... Aos poucos me liberto
...e em breve não serei mais sua
Morre, enfim, a nostalgia
...do amor que jamais viveremos
Conquisto a minha alforria


(Flavia Alves)




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Imagem: deviantART




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