terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

O mantra da Cura



Om Mani Padme Hum







Que minha alma possa se curar e superar toda a ilusão da dor...
Que meu espírito possa se libertar e ser LIVRE.






sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Sobre o perdão...


Um amigo querido me passou um pequeno texto que, se compreendido e almejado, nos conduz para a libertação de nossos corações e espíritos.


"Eu perdôo à tudo e à todos, inclusive à mim mesmo."

E uma amiga, que tem um coração lindo, postou hoje um link de um blog que explica mais sobre o perdão... O texto é maravilhoso e irei reproduzi-lo aqui, neste e-mail, pois alcançar o verdadeiro perdão de tudo e de todos, é o que eu mais preciso neste momento da minha jornada na Terra.


"Os fios da nossa vida

Toda vez que amamos uma pessoa lançamos, por assim dizer, um fio de nossa energia sobre ela, o que cria uma conexão viva entre os dois campos vibratórios, mesmo à distância. Dessa forma, sentimos quando ela não está bem ou quando pensa em nós intensamente.
Projetamos esse fio de conexão também sobre os amigos, as pessoas que gostamos, os projetos que temos; toda vez que nos identificamos com alguém e alguma coisa, lançamos nela uma parte de nossa energia, criando o vínculo.
Da mesma forma, quando odiamos alguém ou temos medo de algo, também nos ligamos energeticamente, mesmo sem querer. Quantas vezes ouvimos falar de pessoas que durante anos e anos ficaram presas entre si pelo ódio, sempre realimentado, sem conseguir seguir adiante na sua vida…
As situações mal resolvidas no passado formam muitas vezes uma rede de fios que carregamos nas costas (à imagem dos cães que arrastam na neve os trenós nos países gelados ) – continuamos arrastando as lembranças e culpas pela vida afora – e empenhando tanta energia nisso que pouco sobra para estarmos disponíveis para o presente. Ficamos, literalmente, amarrados ao passado.
Vivemos, assim, em meio a uma rede de fios que nos liga às pessoas, situações, ideais, medos, lembranças e esperanças.
Esse vínculo pode ser muito prazeroso em certas situações, como quando amamos; mas quando o contato termina, muitas vezes sentimos que uma parte de nós ficou com o outro. Embora estejamos nos referindo aos sonhos e expectativas, isso ocorre realmente em termos energéticos.
É necessário puxar o fio de volta, resgatar a energia que ficou projetada sobre o outro, e Integrá-la novamente em si mesmo. Voltar a estar inteiro.
O perdão é uma forma de fazer isso. Ao perdoar o outro, abrimos mão de toda expectativa lançada sobre ele e com isso trazemos de volta toda a nossa energia que com ele estava – seja sob a forma de amor, mágoa, raiva ou desejo de vingança. Ao liberar o outro, nos libertamos também.
Da mesma forma, ao resolvermos internamente alguma situação do passado – aceitando as coisas da forma como aconteceram, mesmo que não tenha sido da maneira como esperávamos – recebemos de volta a energia lá investida e que até aí estava paralisada.
Ao fazer isso, fecha-se a brecha, e nos tornamos mais completos novamente. O que o outro faz não nos afeta mais. O que aconteceu é passado. Nos tornamos mais atentos ao presente. E, principalmente, mais disponíveis para a vida."
(Sonia Weil) 


Link para o blog original:


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Conversando com Poliana...





Hoje escrevi muito, conversando com uma amiga muito querida... Decidi postar no blog a nossa conversa, pois nela está um resumo de minhas crenças pessoais...

Texto da Poli:
...você pode comentar comigo algo sobre isso? ..."Dois planos de percepção da realidade: Se, no plano e no nível de nossos cinco sentidos, o mundo da dualidade é percebido como real, esta realidade desaparece no plano da microfísica; o eu e o outro, o eu e o objeto - compreendendo o mundo inanimado - fazem parte, na realidade, de uma mesma energia; tudo indica que essa energia tem uma fonte única. Cabe aqui uma comparação budista. Há as ondas e o mar; nós somos as ondas; cada um de nós é uma onda que olha para outra onda; resulta disso a ilusão de sermos separados uns dos outros; as ondas nascem, existem e morrem; elas voltam ao mar, Assim, nossa percepção da dualidade e da multiplicidade da vida quotidiana é, no plano da microfísica, uma ilusão." Pierre Weil.


Minha resposta:

Eu não tenho uma religião definida, mas acredito em algo maior, acredito em um todo que originou o Universo e cada ser vivo na Terra. Gosto demais do budismo e de sua filosofia... Somos UM? Sim, somos o mar. Temos ligações com cada ser neste planeta, com cada árvore, cada animal, cada floco de neve, com o vento que passa e com o brilho do sol nas águas.
Toda a matéria que existe no sistema solar, em nosso planeta Terra, se originou do nosso Sol, que por sua vez teve seu nascimento na origem da via láctea. Muitas transformações não mudam o fato que TODA a matéria do nosso planeta, desde os nossos corpos até um simples copo plástico, teve origem na poeira das estrelas... Na mesma matéria que formou nosso sol e todo o sistema solar. Somos, todos, filhos das estrelas... Mesmo nossas criações humanas, como objetos de uso cotidiano, nosso lixo, nossa mais bela criação como uma pintura... Tudo, todos nós, temos a mesma origem e, fisicamente, teremos o mesmo destino: O retorno à origem.

Eu acredito em reencarnação, e acredito que temos um centro de consciência (não é o nosso ego)... Nisso eu me afasto do budismo. Acredito nesta unidade, pois tive experiências de recordações de vidas passadas, assim como pude estar com o meu avô e vê-lo, acordada e lúcida, após sua morte. Já tive visões, sonhos que aconteceram e outros eventos que me provaram que existe vida além da morte... E acredito, por tudo isso, que a morte é apenas uma transformação de estado. Deixamos de lado este corpo físico (que nos é emprestado da matéria do Universo) e voltamos a ser quem somos de fato... Ou melhor, jamais deixamos de ser. O que acontece é que nossos corpos ainda são muito brutos, muito grosseiros, impedem que alcancemos nossos verdadeiros potenciais, nos limitam aos cinco sentidos e como nossa sociedade ainda é muito atrasada (acredito em vida extraterrestre), acabamos limitados por nossas culturas, nossas supertições, nossas crenças ou falta delas.

Outra coisa que eu acredito é o destino. Meu avô tinha uma metáfora muito perfeita para isso... Ele dizia que nossas vidas na Terra são dádivas e são oportunidades de crescimento espiritual. E que algumas coisas escolhemos, e outras não podemos escolher. Eu não curto muito literalmente o espiritismo Kardecista porque em geral, ele é uma bela justificativa para as diferenças sociais e grandes injustiças do capitalismo... Mas algumas de suas afirmações, aos meus olhos, são muito verdadeiras. Vamos à metáfora: A vida na Terra é como se você ganhasse um apartamento novo. Tem as paredes e as janelas (destino), que você não poderá alterar... Porém, toda a decoração, os móveis, os livros, o zelo... serão de sua responsabilidade. ;)
Outra coisa que me prova que existe a reencarnação é o fato de existirem laços profundos e inexplicáveis entre pessoas que acabaram de se conhecer (e isso existe!). Ainda falando de meu avô, ele contava uma história fantástica! Um dia, ele andando pelo centro do Rio, ainda em sua mocidade, encontrou um homem cujo rosto era familiar. Os dois se cumprimentaram e foram tomar um café juntos. Conversaram durante horas! Até que, quando estavam se despedindo, perguntaram (sem jeito) o nome um do outro. Então começaram a buscar em suas memórias de onde podiam ter se conhecido... E ambos ficaram surpresos com as evidências: NÃO tinham se conhecido nesta vida. Mas se tornaram amigos. :D

Uma boa metáfora para a minha crença pessoal (vc vai achar graça), mas é a "Força", dos filmes de Star Wars. Somos a força, somos energia. TUDO é energia. Esta energia maior nos mantém a vida, mantém nossos corpos, está dentro de nós e ao nosso redor... Está em cada pedra, cada árvore, cada ser vivo. Está em nossas histórias de vidas e em nosso futuro. Somos UM, e ao mesmo tempo somos únicos.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Visita ao Santuário das Fadas


Neste final de semana estivemos visitando o "Santuário das Fadas" (www.santuariodasfadas.org). É um local de respeito e amor... E todos os animais ali são protegidos, sem exceção. Muitos são resgatados de situações ruins, de maus tratos e exploração... Todos ali tem muita sorte.


Gostaria de compatilhar com vocês esta experiência, chamando-os com todo o meu amor para uma reflexão: Nós não precisamos comer e nem usar os animais. Podemos ter saúde e uma vida plena, sem provocarmos sofrimento, morte e dor (sim, quando comemos carne estamos indiretamente matando - pagando para alguém fazer isso).



  (Patricia, fundadora do Santuário das Fadas)






Reflitam com serenidade e compaixão... Estes seres tem sentimentos, são nossos irmãos e merecem viver.  

Pela ABOLIÇÃO da escravidão animal.

Libertação!